As Crônicas de Tera

A floresta setentrional

  • Capital: Nenhuma
  • População: 29.000 (elfos 37%, gnolls 20%, centauros 18%, ogros 10%, meio-elfos 7%, meio-orcs 5%, humanos 3%)
  • Governo: Muitas forças em confronto
  • Religiões: Ziu, Agué e Iansã
  • Importa: Aventureiros, armaduras, comida, armas
  • ​​​​​​​Exporta: Artefatos ancestrais
  • ​​​​​​​Tendência: Todas as Neutras e Caóticas

​​​​​​​A Floresta Setentrional resiste desde os primeiros dias do mundo, quando os elfos, gigantes e dragões reinaram sobre um continente recoberto pelo verde. Essa mata é o lar das raças florestais, incluindo centauros, drows, gnolls, gnomos, elfos da floresta, fadas, sátiros e entes.

Os poucos humanos que vivem ou viajam pela floresta costumam ser druidas, patrulheiros, ou aventureiros acostumados a sobreviver em ambientes absolutamente inóspitos. Os druidas afirmam que a floresta está sob proteção das divindades Ziu e Agué. Se for verdade, isso explica como ela sobreviveu ilesa aos machados dos lenhadores.

A floresta é grande demais para um grupo controlá-la inteiramente. Hoje, os maiores poderes são os entes, os elfos das florestas e os centauros.

Vida e sociedade

Os druidas, patrulheiros e aventureiros inumanos da Floresta Setentrional vivem em um mundo isolado e autossuficiente. As caravanas mercantes de Lordenorte ou do norte  viajam para Água Ruidosa, Lork ou Mirabar, as cidades humanas nas fronteiras da grande selva, mas a floresta não precisa de nada que o mundo exterior oferece.

Os moradores da Floresta setentrional vivem da caça. Alguns cultivam ervas, cogumelos e outras plantas que crescem sob qualquer árvore ou em clareiras naturais. As diversas raças caçam animais diferentes e colhem plantas distintas – a lenta peregrinação dos vários clãs e tribos impede que os recursos da floresta se esgotem, da mesma forma que a rotação de colheitas mantêm as terras dos fazendeiros férteis.

Muitas raças e facções de tendências e interesses opostos habitam a floresta. São frequentes os confrontos de pequena escala entre elas. Os conflitos maiores ocorrem apenas quando um dos lados se ofende o suficiente para rastrear seus inimigos através do terreno difícil e desperdiçar vidas e magias valiosas para perpetuar a batalha. Cada raça selecionou zonas de influência na floresta, mas poucas tentam exercer qualquer controle absoluto sobre qualquer territ6rio durante muito tempo.

No momento, os guerreiros mais ativos na floresta são: os elfos das florestas, que tentam exterminar os orcs que descem ininterruptamente da Espinha do Mundo e não entendem outra linguagem além da violência; os entes que dominam a extremidade norte da floresta; e os Tieflings e elfos meio-abissais, que continuam vivendo nas ruínas subterrâneas próximas das Montanhas Inferiores.

Locais importantes

Forte Portão do Inferno: No passado, a cidade de Chifre Ascal era uma cidadela de drows. Os refugiados humanos a ocuparam após a queda de Naarak. Depois disso, monstros conhecidos como baatezu se infiltraram na cidade, adquirindo secretamente o controle sobre os governantes e a população até 518 DR, quando um grupo de magos percebeu seus planos e invocou demônios para destruí-los. Os guerreiros abissais destroçaram a cidade e os demônios vitoriosos transformaram o local no terrível Forte Portão do Inferno. Durante quase 500 anos, o forte emprestou uma terrível reputação à parte norte da Floresta Setentrional.

Em 968 DR, depois que os ataques dos elfos enfraqueceram os baatezu, grupos de magos usaram magias poderosas para destruir o Forte Portão do Inferno, eliminando a maioria das criaturas. O grande líder ente Turlang mudou-se para o local para selar a área e impedir que os seres remanescentes causassem mais dano. No momento, após diversas expedições de aventureiros que evitaram Turlang ou barganharam sua passagem, a cratera fumegante que era o Forte Portão do Inferno parece tranquila.

Casa de Olos (Aldeia, 800): Esse forte defendido abriga cerca de 200 habitantes permanentes e estende sua proteção a outros 600 fazendeiros e pastores humanos. Ele é o único povoado humano, fixo e significativo da Floresta Setentrional, e sobrevive graças ao respeito adequado demonstrado por seus moradores às divindades da natureza.

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Cups feullipe

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